“Caminhando pensava em quão freqüentemente encontra-se na vida gente boa e como é, lamentável que esses encontros não deixem nada, além de recordações. Acontece aparecerem num repente cegonhas no horizonte, a brisa ligeira traz os seus gritos entre tristonhos e eufóricos, e, um instante depois, por mais que fizemos as vistas nos longes azuis, não vemos um ponto, não ouvimos um som sequer: assim também as pessoas, com os seus semblantes, as suas falas, aparecem ligeiramente na vida e submergem em nosso passado, não deixando mais que as pegadas insignificantes da memória.”
“Viérotchka”, Anton Tchekhov
April 27th, 2005 at 12:48
O Bloom colocou um conto do Tchecov no “Como Ler e Porquê”. Diz ele no prefácio desse livro que os textos selecionados são só os que ele ‘adora’, então você deve estar certo sobre algum momento que ele tenha elogiado Tchecov por aí.
November 9th, 2008 at 22:13
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